O que precisa ser feito
A competência precisa estar definida em linguagem observável.
Learning Execution System
Um Learning Execution System é uma arquitetura de aprendizagem organizada ao redor da capacidade de fazer.
Em vez de considerar a conclusão como ponto final suficiente, conecta desenvolvimento, execução, critérios, evidências, consequências, validade e revalidação.
Mudança de centralidade
Os sistemas tradicionais de gestão da aprendizagem foram fundamentais para digitalizar conteúdo, distribuição, percurso, atividades e acompanhamento. O LES desloca a centralidade para desenvolver e observar capacidade de fazer.
Arquitetura centrada no percurso
Conteúdo → Percurso → Atividade → Avaliação → Conclusão
Arquitetura centrada na capacidade
Competência → Desenvolvimento → Realidade → Execução → Domínio → Evidência → Competência Viva
A FORGE não pretende ser o próximo LMS. Ela materializa outra categoria: o Learning Execution System.
Requisitos em linguagem pública
A competência precisa estar definida em linguagem observável.
Capacidade precisa ser interpretada no contexto em que é desenvolvida ou demonstrada.
Precisa existir execução que permita observar decisões, ações, construções ou respostas.
A leitura precisa ter referências explícitas e não depender apenas de impressão.
A demonstração precisa deixar registros que sustentem uma leitura posterior.
Evidência sustenta uma leitura contextualizada, não uma verdade absoluta sobre a pessoa.
Executar precisa produzir algo substantivo dentro da situação estruturada.
Competência pode precisar ser atualizada ou demonstrada novamente ao longo do tempo.
Responsabilidade pela leitura e pelo reconhecimento precisa ser atribuível.
Mudança de contexto, tempo ou evidência pode exigir revisão ou revalidação.
LES não promete que qualquer pessoa aprenderá. Ele estabelece um padrão para que simples conclusão não seja tratada automaticamente como competência.
Origem da categoria
A FORGE começou como uma tentativa de resolver um problema: levar aprendizagem até capacidade de fazer e tornar essa capacidade observável, contextualizada e revisável.
Durante sua construção, princípios recorrentes começaram a formar uma arquitetura coerente. Esses princípios foram abstraídos e formalizados como uma nova categoria: Learning Execution System.
Com a categoria formalizada, a própria FORGE pôde ser confrontada com os requisitos do LES e utilizada como seu primeiro caso técnico de validação.
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